Deputado João Henrique Catan diz que ‘população pede’ candidatura própria do PL ao Governo de Mato Grosso do Sul.
Catan (PL). Foto- (Divulgação, Alems)
João Henrique Catan (PL) deputado estadual, vai defender uma candidatura própria ao Governo de Mato Grosso do Sul, nas eleições de 2026, pelo seu partido. “Eu vou sempre insistir para que exista essa conversa em defesa de uma candidatura própria”, afirmou.
Atualmente comandado pelo ex-governador Reinaldo Azambuja, o PL no Estado já sinalizou apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).
Mas isso não tem impedido Catan de colocar seu nome à disposição. Questionado se sairia do partido para ser candidato ao Governo, ele defendeu que a população quer uma candidatura de direita no Estado. “Eu acho que o PL me permite, em nível estadual e nacional, discutir a captação desse sentimento e a possibilidade de candidatura própria. E as pessoas dizem que eu vou sair. Por que eu sairia?”, questionou.
Catan diz ainda ter maturidade para mostrar que há uma liderança com vontade de disputar o Executivo. “Essa liderança está captando o sentimento das pessoas e que aparece nas pesquisas. E esse talvez seja o ponto mais importante. Porque é muito difícil aparecer em uma pesquisa eleitoral. Precisamos sentar na mesa e mostrar ao partido que nossos eleitores desejam e querem uma candidatura própria. Não é a primeira vez que nossas lideranças fazem isso. E, nas ruas, quando dirigentes partidários responderam com frieza, a população reagiu com calor.”
De acordo com o parlamentar, é preciso ter chapas de estadual, federal, Senado e Executivo no próximo ano. “O partido, sem os elementos que surgiram dentro dele, conseguiria um resultado maior? Um sucesso maior de representatividade, que é o objetivo de cada partido eleitoralmente? Será que, se o partido tivesse uma candidatura própria ao governo, duas candidaturas próprias ao Senado, três ou quatro deputados federais alinhados, deputados estaduais essencialmente desse segmento, nós sairíamos maiores ou menores? Me parece que estamos diminuindo o projeto do partido e das lideranças, vendendo a ideia de que isso ajudaria o partido a crescer, quando a lógica é inversa”, avaliou.
Assessoria de Imprensa do TOPS DO MS NEWS.