Feira Mixturô é oficializada por lei de Junior Coringa e sancionada pela prefeita.

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Feira Mixturô é oficializada por lei de Junior Coringa e sancionada pela prefeita.

A Feira Cultural “Mixturô”, realizada na tradicional Praça do Peixe, no bairro Vilas Boas, em Campo Grande, passa a existir oficialmente por força de lei. A prefeita Adriane Lopes sancionou nesta sexta-feira (16) o projeto de autoria do vereador Junior Coringa, aprovado anteriormente pela Câmara Municipal, que regulamenta e institui o evento no calendário oficial do município.

A sanção encerra um período de incertezas enfrentado pela feira, que vinha sendo alvo de críticas de moradores da região, especialmente por questões relacionadas à poluição sonora, e chegou a ter as atividades parcialmente interrompidas após fiscalização da Polícia Militar Ambiental (PMA). Com a nova legislação, a Mixturô deixa de ser uma iniciativa informal e passa a ter respaldo jurídico para sua realização.

De acordo com o texto da lei, a feira ocorrerá no segundo sábado e no segundo domingo de cada mês, sempre no período da tarde para a noite, das 17h às 22h, na Praça do Peixe, localizada na Avenida Bom Pastor — espaço já reconhecido como ponto de convivência, lazer e gastronomia da cidade.

Autor do projeto, o vereador Junior Coringa destacou que a iniciativa atende a uma demanda antiga de artistas, artesãos, produtores culturais e comerciantes locais, garantindo segurança jurídica e continuidade ao evento. “A feira é mais do que um encontro cultural. Ela gera renda, fortalece a economia criativa e promove ocupação positiva do espaço público. Nosso papel é transformar essas iniciativas em políticas públicas permanentes”, afirmou o parlamentar.

A proposta, aprovada pela Câmara Municipal no ano passado, reconhece a Mixturô como um evento que fomenta a cultura, o artesanato e a gastronomia regional, consolidando seu papel no desenvolvimento social e econômico do bairro Vilas Boas e de Campo Grande como um todo.

Com a sanção da prefeita Adriane Lopes, a feira passa a integrar oficialmente o calendário municipal. A lei também prevê que eventuais despesas decorrentes da sua aplicação sejam custeadas por dotações orçamentárias próprias do município, sem detalhar impacto financeiro imediato.

Agora, caberá ao Poder Executivo regulamentar a operacionalização da feira, definindo critérios para expositores, regras de funcionamento, logística e uso do espaço público. Na prática, o texto legal estabelece o “onde”, “quando” e “como”; a execução, como de costume, dependerá da gestão municipal.

Assessoria de Imprensa do TOPS DO MS NEWS.