Prefeitura vai voltar a fiscalizar aeroporto e rodoviária para prevenir Ômicron
Passageiros terão que realizar exame para detectar Covid-19 para entrar em Campo Grande.
A rodoviária e o Aeroporto Internacional de Campo Grande voltarão a ser fiscalizados para tentar impedir que a nova variante Ômicron chegue na Capital.
A variante já circula em 12 países. No entanto, no Brasil ainda não foi registrado nenhum caso. Em São Paulo há um caso em investigação.
Segundo o prefeito Marquinhos Trad, já está decidida que a ação vai acontecer, só falta decidir como implementar e o dia.
"Chegou o voo, tem algum oriundo, eles [técnicos] vão buscar na lista de passageiro, vindo de um desses países, passou por São Paulo, veio para Campo Grande, aqui vai ter que ser [tomada medidas]", explicou o prefeito, nesta terça-feira (30).
"Isso já é certo, nós vamos ver como implementar e a partir de que dia", completou.
Além disso, para reforçar o combate, Trad reforça a importância de completar o ciclo de imunização com as duas doses.
Em Campo Grande são 60.873 pessoas que não tomaram a segunda dose.
Deste número, 11.213 são da AstraZeneca; 23.788 da Pfizer e 25.872 da Coronavac.
"Parece que nossa comunidade se encontra em uma zona de conforto, até porque todos os lugares são facilitados para que o cidadão tome a segunda dose. Acima de 60 mil campo-grandenses que acham que estão imunes mas ainda não estão", ressaltou o prefeito.
BARREIRAS
As barreiras foram ativas no dia 27 de de março de 2020, no Aeroporto de Campo Grande.
No dia 3 de novembro do mesmo ano, foi publicado no Diário Oficial do Município, o anúncio da desativação das barreiras sanitárias.
Apesar da retirada da barreira da Sesau dos aeroportos, permanecem vigentes as medidas adotadas pela Infraero, como uso obrigatório de máscaras por passageiros nas aeronaves e áreas públicas dos aeroportos e distanciamento social com sinalização do chão e assentos, entre outros.